<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661</id><updated>2012-02-02T11:24:53.744-08:00</updated><title type='text'>Provocações Econômicas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-5735234595842661107</id><published>2010-04-01T13:32:00.000-07:00</published><updated>2010-04-01T13:43:25.784-07:00</updated><title type='text'>Saúde financeira para sua empresa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S7UFJtr6jiI/AAAAAAAAADM/nv0otqHE-Ho/s1600/saude+financeira.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 158px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S7UFJtr6jiI/AAAAAAAAADM/nv0otqHE-Ho/s320/saude+financeira.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455272188069973538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A saúde financeira da empresa não é independente da saúde financeira do empreendedor. Nem de sua credibilidade. A gestão adequada de quanto aplicar no banco, investir na empresa, retirar do lucro ou fazer novos empréstimos é um quebra-cabeça que impacta diretamente no futuro do negócio. Em pequenas e médias empresas é muito freqüente que “o caixa” do empreendedor e do negócio se confundam e este erro pode ser fatal para a sobrevivência de qualquer empresa.&lt;br /&gt;Obviamente, não é fácil fazer uma clara separação entre dinheiro da empresa e do empresário. O quadro se agrava quando não existe uma clara definição do valor que será retirado como pró-labore para cada sócio. Esta prática, apesar de grave, é comum na maioria das empresas de pequeno e médio porte. No entanto, é preciso saber até que ponto estas práticas são aceitáveis, o que deve ser evitado e como as instituições financeiras enxergam esta atitude.&lt;br /&gt;Quando se analisa o mercado, percebe-se que 2010 se iniciou recheado de oportunidades de crédito e boas perspectivas para o empresário que quer fazer investimentos produtivos. Entretanto, como o pequeno empreendedor vai investir depois da crise? Por meio de capital de terceiros, é claro. E este aporte de capital se dá por financiamentos que visam ampliar a produção e, conseqüentemente, as receitas da empresa. Apesar de alguma burocracia, existem linhas oficiais (FCO, BNDES, etc.) com taxas de juros relativamente baixas e altamente atrativas. Apesar disto, poucas empresas de médio e pequeno porte conseguem obter estes incentivos. Mas, por que isto acontece?&lt;br /&gt;A análise de crédito para grandes empresas normalmente é feita através dos dados econômicos e financeiros (Balanços, Balancetes, DRE, etc.) obtidos na contabilidade. Com efeito, os conhecimentos acadêmicos que os analistas de crédito possuem lhes dão grande ferramental para traçar o perfil dos clientes através destas informações. Com grande freqüência, os balanços são auditados, normalmente por auditores independentes, o que traz maior confiabilidade aos dados ali demonstrados. Pelo estudo da vida financeira da empresa é definida a rentabilidade, a lucratividade, o risco e outros indicadores importantes para o financiamento pretendido.&lt;br /&gt;Ao contrário, na pequena empresa o que conta são as qualificações do proprietário. O caráter para o pequeno empreendedor é a variável mais forte na hora de fazer uma análise de crédito. Além de fazer a consulta aos órgãos de proteção ao crédito (SPC, SERASA, etc.), o perfil do cliente é definido baseado nas impressões que o gerente tem do proprietário. Então, é essencial que o empresário apresente-se ao gerente e mostre quem ele realmente é. Ninguém melhor do que ele, que viveu todos os momentos da empresa (inclusive os futuros), para defender a importância da empresa e as potencialidades daquele negócio.&lt;br /&gt;Outro fator que pode ter forte influência na análise do risco é a perenidade da empresa. Uma atividade empresarial que está baseada em um sócio normalmente é classificada como de maior risco. Deste modo, é necessário desenvolver governança corporativa de forma que, na ausência de algum dos sócios, as atividades da empresa possam continuar, se não normalmente, com o mínimo de alterações. Então, é preciso treinar os sucessores (diretores, gerentes, supervisores, etc.) de modo que o empreendimento se perpetue na economia.&lt;br /&gt;Em suma, a saúde financeira da pequena empresa depende diretamente do posicionamento do empresário frente ao mercado. Para fazer novos investimentos é sempre recomendável a utilização de capital de terceiro e para obter este financiamento é preciso que o empreendedor tenha uma boa vida pregressa, pois ela é a imagem da empresa. No próximo artigo, os 7 maiores erros dos pequenos empreendedores. Aguardem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Edilson Aguiais é Economista, Consultor de Empresas e presidente da Comissão de Perícia e Arbitragem do Conselho Regional de Economia 18º Região/GO (edilsongyn@gmail.com)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-5735234595842661107?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/5735234595842661107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=5735234595842661107&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/5735234595842661107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/5735234595842661107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2010/04/saude-financeira-para-sua-empresa.html' title='Saúde financeira para sua empresa'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S7UFJtr6jiI/AAAAAAAAADM/nv0otqHE-Ho/s72-c/saude+financeira.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-178588761122045979</id><published>2010-01-29T02:20:00.001-08:00</published><updated>2010-01-29T02:20:18.522-08:00</updated><title type='text'>Case</title><content type='html'>Recentemente você concluiu o programa de treinamento desenvolvido para novos clientes e foi designado para atuar na área comercial como especialista de vendas de produtos de ativos PJ.&lt;br /&gt;Este treinamento propiciou:&lt;br /&gt;• O aperfeiçoamento e o domínio dos produtos em questão, que em relação aos produtos ofertados apresentam benefícios superiores aos entregues pela concorrência.&lt;br /&gt;• Estágio em vários setores que permitiu reconhecer as áreas responsáveis e os recursos oferecidos.&lt;br /&gt;• O aprendizado que permite oferecer aos clientes soluções que agregam mais valor ao produto.&lt;br /&gt;• Expertise na disseminação do conhecimento em eventos, praticado durante o treinamento.&lt;br /&gt;• Identificação de possíveis necessidades e melhores soluções por meio de estudos de cases de sucesso.&lt;br /&gt;Case:&lt;br /&gt;Nas plataformas para as quais você foi designado, houve certo constrangimento na recepção, pois os gerentes comerciais mais experientes desdenhavam da efetividade e capacidade da sua atuação, pois se consideravam profissionais auto-suficientes, cuja experiência não deixava lacunas no atendimento aos clientes. &lt;br /&gt;Contudo antes de se encaminhar às plataformas, lhe foi fornecido uma planilha, que informava:&lt;br /&gt;• O valor em volume e rentabilidade dos produtos dos atuais clientes.&lt;br /&gt;• O percentual por cliente por produto em relação ao total da plataforma.&lt;br /&gt;• Clientes Inativos por produto (aqueles que operavam com algum produto no passado e agora estão sem operar).&lt;br /&gt;• Destaque para clientes “share zero” que tem conta corrente, mas não operam nenhum produto.&lt;br /&gt;Outras informações interessantes que também foram fornecidas referiam-se a estudos setoriais, que apontavam características gerais e necessidades de alguns setores considerados como foco de atuação. Estas informações permitiam aumentar a produtividade: “fazer mais com menos esforço”. Neste estudo também constavam informações, que permitiam identificar clientes por faixa de faturamento e o quanto representava o uso de produtos de Ativos PJ.&lt;br /&gt;Pergunta-se:&lt;br /&gt;1. Sabendo-se que foram designados uma média de 500 clientes para serem analisados por especialista e sua missão foi buscar oportunidades visando aumentar a participação da plataforma em 20% no semestre que se inicia, como você montaria sua estratégia de atuação para atingir este objetivo.&lt;br /&gt;2. Considerando que há uma premissa de melhorar a rentabilidade da carteira média, como seria a abordagem comercial para convencer o cliente/gerente?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-178588761122045979?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/178588761122045979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=178588761122045979&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/178588761122045979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/178588761122045979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2010/01/case.html' title='Case'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-2995408461983743529</id><published>2010-01-21T08:03:00.000-08:00</published><updated>2010-01-21T08:06:28.944-08:00</updated><title type='text'>Tem desenvolvimento aí?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h7QPnkVbI/AAAAAAAAACk/3ALuQDmZWCY/s1600-h/tem+desenvolvimento+a%C3%AD.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 258px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h7QPnkVbI/AAAAAAAAACk/3ALuQDmZWCY/s320/tem+desenvolvimento+a%C3%AD.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429224869795747250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A dificuldade para entender o que significa “crescimento” e o que é “desenvolvimento” ainda existe entre estudantes, profissionais e cidadãos. Neste momento que a economia está melhorando os seus indicadores, após a crise mundial, muito se ouve falar sobre a necessidade da retomada do crescimento ou mesmo do desenvolvimento. Mas, qual é a diferença essencial entre um e outro?&lt;br /&gt;Atualmente, existem duas linhas principais de cientistas que procuram explicar o significado do termo desenvolvimento. O primeiro grupo acredita que crescimento e desenvolvimento é a mesma coisa e, portanto, são sinônimos. Para estes pensadores, sempre que houver um aumento no Produto Interno Bruto (o tão falado PIB) do país existe uma melhoria na qualidade de vida das pessoas.&lt;br /&gt;Para o outro grupo, crescimento e desenvolvimento são conceitos diferentes e que não podem ser confundidos de forma alguma. Sobre este ponto nos ensina Amartya Sen, Nobel em Economia, que o aumento da produtividade (ou do PIB) não significa melhoria na condição social da população. Assim, não basta aumentar o PIB para que se tenha uma expansão no atendimento à saúde, da educação, da seguridade social, etc. Com isto, este grupo entende que só existe desenvolvimento quando há melhoria da qualidade de vida da população. Assim percebe-se que, mesmo sem intervenção do Estado, pode existir aumento do PIB, pois a produção (agrícola e industrial) pode crescer num ritmo elevado. No entanto, a melhoria da condição de vida das pessoas só ocorre quando existem políticas públicas voltadas para tal, como melhoria da educação (pública e privada), dos transportes, da comunicação, do emprego, da saúde, etc.&lt;br /&gt;Estas melhorias também incluem questões referentes à distribuição de renda entre a população. Assim, percebe-se que o sentido do desenvolvimento é diminuir a desigualdade social, eliminar a pobreza absoluta, tentando criar um mundo menos desigual tanto em termos regionais, de países e continentes. Neste sentido, entende-se o desenvolvimento de uma sociedade como um processo de mudanças nas suas estruturas sociais onde há diminuição das desigualdades com diversificação do consumo (ou seja, as pessoas vão consumir coisas além do arroz e do feijão), acumulação de capital (pois os empresários ganham mais e podem pagar melhores salários) aliados à melhoria dos indicadores sociais (pobreza, desemprego, saúde, etc).&lt;br /&gt;Então, nós conseguimos entender que crescimento é um simples aumento no PIB do país enquanto o desenvolvimento é fruto de políticas que visem melhorar a vida das pessoas. Assim, para ter desenvolvimento é preciso ampliar o acesso da população aos bens, proporcionando qualidade de vida. E então, caro leitor, baseado nestas idéias você consegue responder se há desenvolvimento aí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Edilson Aguiais é Economista, Consultor-Júnior na ACL Consultoria Econômica e pós-graduando em Gestão Financeira e Controladoria na UNIFAN (email: edilsongyn@gmail.com)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-2995408461983743529?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.dmdigital.com.br/' title='Tem desenvolvimento aí?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/2995408461983743529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=2995408461983743529&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/2995408461983743529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/2995408461983743529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2010/01/tem-desenvolvimento-ai.html' title='Tem desenvolvimento aí?'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h7QPnkVbI/AAAAAAAAACk/3ALuQDmZWCY/s72-c/tem+desenvolvimento+a%C3%AD.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-6676484431251792364</id><published>2009-12-09T18:37:00.000-08:00</published><updated>2009-12-09T18:39:43.571-08:00</updated><title type='text'>Rural ou Urbano</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/SyBfIM4lHBI/AAAAAAAAACc/TG-2Pigky6g/s1600-h/DM+-+Rural+ou+Urbano+-+05-12-09.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/SyBfIM4lHBI/AAAAAAAAACc/TG-2Pigky6g/s320/DM+-+Rural+ou+Urbano+-+05-12-09.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413431346601466898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o Brasil apresentar uma população predominantemente urbana onde apenas 20% reside em áreas rurais, segundo dados do Censo Demográfico do IBGE (2000), a grande maioria do território continua a ser rural e com grande potencial agrícola. Desta informação surge a pergunta: “eu sou urbano ou rural?”&lt;br /&gt;Vários estudos têm sido feitos no sentido de dirimir esta questão. Alguns estudiosos apontam que a disseminação da idéia que liga ruralidade a algo ruim (atrasado) e, na margem oposta, apresentam o urbano recheado de benesses (modernidade) são os principais responsáveis pela rápida urbanização que se viu no Brasil a partir dos anos 50. Apesar de ser extremamente frutífero o debate acerca das novas características do rural no país, que incluem o acesso a bens que antes só existiam no meio urbano (TV, telefone, internet), vamos nos deter em apenas uma questão: somos realmente urbanos ou ainda somos rurais?&lt;br /&gt;Quando se trabalha com dados do IBGE qualquer analista encontra enorme dificuldade para definir o que é urbano ou rural. Isto ocorre porque o IBGE considera como urbana toda sede do município, ou seja, se é constituído um município considera-se a área como urbana, não se preocupando com fatores estruturais ou institucionais da localidade. O professor José Eli da Veiga no seu livro “Cidades imaginárias” traz um exemplo interessante sobre isto pois, argumenta ele, que se pegarmos o município de União da Serra – RS, que possuía 18 (dezoito) habitantes em 2000, constataremos que esta população é considerada urbana para o IBGE, apesar de não possuir nenhuma outra característica de cidade.&lt;br /&gt;Este fato não seria absurdo se fosse exceção. No entanto, a grande maioria das cidades brasileiras não pode ser considerada urbana pois não apresentam características que as definem como tal. Segundo estudos desenvolvidos em parceria pelo IPEA/IBGE/Unicamp, grande parte dos municípios brasileiros (4,5 mil) não podem ser consideradas urbanas pois, não pode se considerar urbanas as sedes dos municípios que não possuam sequer lei de zoneamento, coleta de lixo domiciliar, IPTU progressivo, varredura de ruas e manutenção de vias, pra não falar em museu, guarda municipal, instituição de ensino superior e outros itens necessários.&lt;br /&gt;Para Goiás, ainda não existem estudos publicados sobre este tema mas alguns pesquisadores já se debruçam sobre a temática que é muito importante para explicar as diferenças de desenvolvimento entre as regiões do estado. Alguns estudos desenvolvidos pelo CEPES-UNIFAN têm buscado entender como esta diferenciação se dá em Goiás ao passo que buscam encontrar soluções para as desigualdades no desenvolvimento regional do estado.&lt;br /&gt;Uma grande dificuldade encontrada nestas pesquisas reside na definição teórica do urbano e rural pois, segundo a filosofia de Hegel, estes conceitos só possuem sentido pela existência do seu oposto (assim como a vida e a morte, bem e mal). Então, não existe urbano sem a existência do rural, e vice-versa. Sendo assim, aquela velha idéia que ser rural é algo ruim deixa de prevalecer e percebe-se que, na verdade, a rural e urbano se complementam.&lt;br /&gt;Em suma, sabemos que o primeiro passo para definir os limites dos espaços urbanos e rurais no Brasil foi dado através da parceria IPEA/IBGE/Unicamp que concluiu que 82% dos municípios brasileiros não podem ser considerados urbanos. Em Goiás, este caminho está sendo trilhado através do CEPES-UNIFAN e de outros pesquisadores conscientes da importância do assunto. Assim, com os resultados destes estudos poderemos dizer se a população goiana é plenamente urbana ou se ainda se caracteriza como rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Edilson Aguiais é vice-presidente do Corecon Acadêmico, Consultor-Júnior na ACL Consultoria Econômica e pós-graduando em Gestão Financeira na UNIFAN (email: edilsongyn@gmail.com)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-6676484431251792364?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/6676484431251792364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=6676484431251792364&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/6676484431251792364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/6676484431251792364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2009/12/rural-ou-urbano.html' title='Rural ou Urbano'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/SyBfIM4lHBI/AAAAAAAAACc/TG-2Pigky6g/s72-c/DM+-+Rural+ou+Urbano+-+05-12-09.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-4029373306324542046</id><published>2009-11-03T14:25:00.000-08:00</published><updated>2009-11-03T14:27:42.151-08:00</updated><title type='text'>O prazer da vida roubado pela recompensa</title><content type='html'>Hoje aconteceu mais uma vez um fato que preciso compartilhar com todos os leitores. Não é algo bonito (pelo menos, não o acho eu) mas é algo que serve, no mínimo, para que comecemos a refletir sobre a sociedade que estamos construindo para nossos filhos e sobretudo “pensar sobre os filhos que estamos criando para a sociedade”.&lt;br /&gt;Por toda a manhã o telefone tocou insistentemente sendo sempre a mesma pessoa indagando acerca de uma pessoa chamada “Uilma” (nome fictício, claro!). A resposta foi por várias vezes a mesma: “- Desculpe, mas não existe esta pessoa aqui” mas a pessoa sempre retornava a ligação. Depois de muitas ligações, dispus-me saber quem era e qual o motivo de tamanha insistência. A pessoa do outro lado se identificou como “Eva” e disse que teve a sua bolsa roubada e com esta todos os documentos. “-O roubo aconteceu ontem e hoje eu recebi uma ligação de uma pessoa dizendo ter achado meus documentos e esta pessoa me passou este número e me pediu para ir buscar os documentos.” Informei-a que infelizmente não tinha conhecimento de nada do tipo mas fiquei sensibilizado pela situação da pessoa imaginando que poderia ser eu na mesma situação.&lt;br /&gt;Não sou nenhum anjo ou algo do tipo mas resolvi me inteirar do assunto. Perguntei onde a pessoa que afirmava ter achado a bolsa tinha pedido para ela ir buscar. Ela me informou o local e algumas referências e, como ficava apenas a 5 km de minha casa, resolvi ir lá e fazer minha “boa ação do dia”. Com alguma dificuldade, consegui chegar ao local indicado e também encontrei a tal “Uilma”, reunida com alguns familiares. Após identificar-me, indaguei acerca dos documentos encontrados e sobre a possibilidade de me entregarem os documentos para que eu os levasse de volta à sua dona.&lt;br /&gt;Naquele momento a feição deles mudou. Percebendo isto e ainda meio sem entender o ambiente, comecei logo a falar sobre uma possível negociação para a devolução de tais documentos. Após surgir a idéia de recompensa entre eles, o ar ficou novamente “tragável” e eu pude dizer-lhes sobre a falta que fazem os documentos pessoais no cotidiano. Então, a “Uilma” me disse que devolvia os documentos desde que eu me comprometesse a convencer a dona dos documentos a lhe dar algo (dinheiro, certamente) em troca. “-Eu quero que ela veja o valor (R$?) desta ação que eu fiz e que me dê algo em troca”, disse a “Uilma”.&lt;br /&gt;Aquela frase me bateu na cabeça como se fosse uma paulada. Escutei o eco daquelas palavras dentro de mim infinitas vezes e, no caminho de volta pra casa, comecei a refletir sobre esta noção de recompensa para todos os atos que são feitos. Quando cheguei em casa, meu sobrinho estava dando ‘birra’ e não queria comer, só aceitando o alimento quando lhe foi prometido um brinquedo novo (e caro).&lt;br /&gt;Comecei a vasculhar minha memória na busca ações desprovidas de recompensa material. Então me lembrei de uma empresa para a qual eu estava dando consultoria onde um funcionário me disse que só mudaria o modo de trabalhar se a empresa lhe desse um “aumento” de salário. Em outra empresa, o funcionário dizia que não fazia todas as tarefas de forma satisfatória porque não tinha – sequer – plano de saúde.&lt;br /&gt;Afinal, que lição pode se tirar desta breve narrativa? As pessoas “modernas” não sabem o que é fazer algo sem exigir imediata recompensa? Onde iniciamos isto e, mais do que isto, quando vamos parar? Ou melhor, ONDE vamos parar se continuarmos deste modo?&lt;br /&gt;Uma sociedade baseada unicamente na troca tira o prazer da vida. A pessoa que não consegue devolver os documentos que pertencem a outro sem cobrar algo por isto certamente não pode ser considerada “cidadã”. Um funcionário que não consegue fazer o correto, aceitando o pagamento prometido por isto, não pode ser considerado uma “peça essencial” para a empresa. Um condutor que não consegue parar antes da faixa de pedestres, o pedestre que não espera, em cima da calçada, sua vez de atravessar a rua, uma pessoa que finge estar gestante para entrar numa fila preferencial e outros tantos exemplos que assistimos exaustivamente todos os dias são ações que moldam o perfil da sociedade que estamos criando.&lt;br /&gt;Caro leitor, pense sobre as suas ações hoje para que não criemos uma sociedade baseada no “aqui se faz, aqui se recebe!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edilson Aguiais é Vice-presidente do Corecon-Acadêmico e Consultor de Empresas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-4029373306324542046?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/4029373306324542046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=4029373306324542046&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/4029373306324542046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/4029373306324542046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2009/11/o-prazer-da-vida-roubado-pela.html' title='O prazer da vida roubado pela recompensa'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-4751389194113666196</id><published>2009-09-03T11:37:00.000-07:00</published><updated>2009-09-03T11:52:41.547-07:00</updated><title type='text'>A importância do Planejamento Estratégico em tempos de crise</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/SqAP7aTso7I/AAAAAAAAACQ/IGMoZfAfir0/s1600-h/DM+-+Artigo+publicado+03-02.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; 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Em todas as atividades que o homem busque fazer sempre existirá competição. Não será preciso citar Darwin e sua famosa “Lei da Evolução” para confirmar a idéia de competição como uma constante na vida do homem. Em tempos de crise esta competição se torna brutal e sem limites.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;Diante deste acirrada competição só existe uma forma de se destacar no mercado: sendo melhor que o seu concorrente. Quando se trata de uma empresa esta situação se agrava de forma substancial pois ela está mais preocupada em produzir do que em fazer um Planejamento Estratégico que traga eficiência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;Esta importante ferramenta de controle dos objetivos da empresa, o Planejamento Estratégico, demanda tempo, que é uma coisa normalmente escassa para o administrador pois ele estará mais preocupado com as decisões operacionais em detrimento do planejamento de uma base sólida para o futuro da empresa. Este planejamento visa nortear os caminhos a serem trilhados pela empresa de forma a evitar decisões precipitadas, e geralmente errôneas, sobre o futuro da empresa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;A palavra &lt;i style=""&gt;strategia &lt;/i&gt;vem do grego antigo e significa &lt;i style=""&gt;a qualidade ou habilidade do general&lt;/i&gt;. Pode ser considerado como um conjunto de ações a serem desenvolvidas de modo a dar certa vantagem sobre o inimigo. A estratégia é o diferencial “positivo” que o participante tem sobre os demais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;Depois de serem largamente utilizadas no meio militar, as técnicas de organização estratégica chegaram às empresas. Assim como no contexto militar, o ambiente organizacional irá bem quão melhor for a estratégia adotada pela empresa. A empresa como menor unidade produtiva do mercado deve estar atenta às constantes mudanças que ocorrem no cenário externo e se preparar de forma adequada enfrentar os desafios inerentes às evoluções do mercado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;É este sentido que vamos buscar para compreender dentre as diversas opções a ser escolhidas, a melhor a ser aplicada diante do contexto da empresa. A estratégia empresarial é o conjunto dos meios que uma organização utiliza para alcançar os objetivos. Tal processo envolve decisões que definem os produtos e os serviços para determinados clientes e mercados e a posição da empresa em relação aos seus concorrentes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;A estratégia tem se apresentado como item fundamental para o bom andamento da empresa visto que é ela que dá a “vantagem competitiva” à empresa. Este termo nada mais é do que “estabelecer uma meta adequada, que se fundamente em dois fatores: &lt;i style=""&gt;objetivos coerentes e compreensão do negocio&lt;/i&gt;”. Estes objetivos são tidos como necessários para que a empresa atinja um desempenho superior às demais e deste modo se destaque no mercado concorrencial.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;As atividades desenvolvidas pela empresa são resultado das &lt;i style=""&gt;decisões gerenciais&lt;/i&gt; previamente tomadas. O processo de planejamento é um processo de tomada de decisões interdependentes, decisões estas que procuram conduzir a empresa para uma situação futura desejada. Como não existem “bolas de cristal” para prever o comportamento futuro da economia é necessário recorrer a métodos de estimação para balizar a tomada de decisões.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;É fundamental fazer um planejamento antecipado das ações a serem tomadas. Na elaboração do Planejamento Estratégico, o empresário deixa de utilizar-se do &lt;i style=""&gt;empirismo &lt;/i&gt;e passa a buscar fundamentação na &lt;i style=""&gt;administração científica&lt;/i&gt; para fazer as escolhas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;Se empresa trabalha sem planejamento as atitudes tomadas pelos gestores aparecem apenas como medidas paliativas ou “para apagar o incêndio”. Como conseqüência, as ações são limitadas pois agem nos sintomas e não nas bases de sustentação dos problemas apresentados.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;Portanto, principalmente em tempos de crise, o empresário não deve assumir riscos desnecessários. A elaboração de um planejamento consistente e conciso objetiva nortear as atitudes a serem desenvolvidas pela empresa durante toda a gestão e pode ser o diferencial da empresa num mercado altamente competitivo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-4751389194113666196?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/4751389194113666196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=4751389194113666196&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/4751389194113666196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/4751389194113666196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2009/09/importancia-do-planejamento-estrategico.html' title='A importância do Planejamento Estratégico em tempos de crise'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/SqAP7aTso7I/AAAAAAAAACQ/IGMoZfAfir0/s72-c/DM+-+Artigo+publicado+03-02.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-9002437358576762249</id><published>2009-09-02T09:16:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T09:32:29.425-07:00</updated><title type='text'>Porque ser um economista?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/Sp6dYias7iI/AAAAAAAAACI/CO7vYCgWfY8/s1600-h/DM+-+Por+que+ser+um+economista.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 203px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/Sp6dYias7iI/AAAAAAAAACI/CO7vYCgWfY8/s320/DM+-+Por+que+ser+um+economista.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376908050008174114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado na sessão de Economia do Jornal &lt;a href="http://www.dm.com.br/"&gt;Diário da Manhã&lt;/a&gt; em 14/08/09.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dúvidas acerca das necessidades de produção de bens num país sempre existiram. Este fato, por si só, faz da economia uma das mais antigas ciências na história da humanidade. No dia 13 de Agosto de 1951, a profissão foi devidamente regulamentada no Brasil e, desde então, passou a ser comemorado o Dia do Economista nesta data todos os anos. Assim, este profissional passou a ser o principal responsável pela interpretação dos fatos econômicos que afetam a vida de todas as pessoas do país.&lt;br /&gt;Normalmente, quando falo para as pessoas sobre o economista ou sobre ter esta ciência como sua profissão, logo alguém me diz: “Não é pra mim. Tem muita matemática!”. Na verdade, o uso da matemática existe mas não como fim em si mesmo. Os cálculos matemáticos e/ou financeiros serão utilizados para comprovar e prever situações e comportamentos baseados em dados confiáveis. Não basta ser bom em matemática para ser economista pois, caso fosse assim, todos professores de matemática seriam economistas e vice-versa. Para ser um economista é preciso ter profundo conhecimento sobre a sociedade, seus modos de vida, de produção, de consumo, de educação, etc.&lt;br /&gt;“O Economista é um cientista social. É ele que estuda o comportamento da sociedade e também o comportamento do indivíduo quando está nesta sociedade” é o que sempre costumo dizer quando alguém me indaga o motivo de ter escolhido tão grata profissão. O IBGE, na sessão ”teen” do seu site, deixa claro que o profissional de economia deve ter também bons conhecimentos em história, sociologia e política. Além disto, é preciso entender que a Economia é uma ciência humana (e não exata, como muitos acreditam).&lt;br /&gt;“Para ser um bom Economista, o profissional precisa ser altamente atualizado, precisa entender como as políticas adotadas pelo governo influenciam no ambiente das empresas, entender o mercado no qual as empresas estão inseridas e produzir seguindo as preferências do consumidor”. Estas são as palavras do Econ. Inimá I. do Brasil quando indagado acerca do que é ser um economista.&lt;br /&gt;O profissional de economia é quem entende e explica de que forma a sociedade usa os seus recursos materiais e humanos para produzir bens e serviços e busca, neste contexto, a máxima eficiência tanto do fator humano quanto dos materiais utilizados. Até mesmo no momento do juramento este profissional jura que irá “utilizar todo o conhecimento adquirido para a promoção do bem-estar econômico e cooperar com o desenvolvimento do país”. Este é o profissional que planeja o futuro das pessoas e que prevê, sem uma bola de cristal, o futuro da economia.&lt;br /&gt;Mas houve também um tempo em que a Economia foi taxada como “ciência sombria”, principalmente pelas previsões pessimistas feitas por alguns estudiosos. O grande e nada popular economista T. R. Malthus (1766 – 1834) chegou a prever uma fome generalizada na Inglaterra do século XVIII. Felizmente, as inovações tecnológicas que surgiram à época livraram aquele país do triste quadro previsto e fez com que Malthus se tornasse um dos mais criticados economistas de toda a história econômica mundial.&lt;br /&gt;No entanto, nem só de sombrias expectativas vivem os economistas. Na década de 30, quando o mundo sofreu a maior recessão da história num episódio conhecido como o crash de 29 foi exatamente um economista, J. M. Keynes, que elaborou o plano que reergueu a economia mundial naquela década. No Brasil, o Plano Real, que expurgou as altíssimas taxas de inflação da realidade brasileira, também foi elaborado por um grupo de economistas que trabalhavam no governo.&lt;br /&gt;Enquanto C. Darwin elaborava a sua teoria da seleção natural (tão conhecida em todo mundo), outro cientista estudava o modo que a riqueza se criava e se distribuía na sociedade. Este cientista era Adam Smith, considerado o “pai da economia” e criador da teoria da “mão invisível” que pregava que, se todas as pessoas buscarem somente o bem próprio, isto levaria ao crescimento da economia.&lt;br /&gt;Mesmo com tantos episódios memoráveis, não foi só no passado que os economistas foram extremamente importantes para a sociedade. Nos dias atuais, principalmente devido à crise econômica que o mundo enfrenta, o economista tem sido bastante consultado. As empresas necessitam de um profissional que tenha conhecimentos para fazer uma análise do futuro da empresa numa economia que está cada dia mais competitiva.&lt;br /&gt;Hoje a atuação do economista está, em boa parte, voltada para a atividade das empresas. Não existe ninguém mais habilitado para fazer o planejamento e controle financeiro das empresas. O economista possui uma formação completa no que concerne ao entendimento da empresa e da sua interação com o mercado. Então, esse é o profissional que domina as ferramentas de controle da empresa e possui ampla formação para entender o mercado no qual a empresa está inserida. No mundo globalizado este conhecimento se torna vital até mesmo para a permanência da empresa.&lt;br /&gt;Foram estes os simples (?) motivos que me trouxeram a trilhar o caminho para ser um economista. E, com a proximidade desta data tão importante que é o Dia do Economista, quero deixar minhas felicitações a todos os ECONOMISTAS que fazem este país. Parabéns a todos estes profissionais que, cumprindo o seu juramento, trabalham para que este país se torne cada dia melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-9002437358576762249?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.dm.com.br/materias/show/t/por_que_ser_um_economista' title='Porque ser um economista?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/9002437358576762249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=9002437358576762249&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/9002437358576762249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/9002437358576762249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2009/09/porque-ser-um-economista.html' title='Porque ser um economista?'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/Sp6dYias7iI/AAAAAAAAACI/CO7vYCgWfY8/s72-c/DM+-+Por+que+ser+um+economista.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-1454006706223063411</id><published>2009-05-26T09:06:00.000-07:00</published><updated>2009-05-26T09:26:22.462-07:00</updated><title type='text'>Faz tempo que não tenho tempo pra pensar</title><content type='html'>Aos leitores devo dizer (escrever? não sei) sinceramente que há tempo que não penso. Sim, não tenho tido coragem para pensar a vida (principalmente no Brasil) e, portanto, descrevê-la através de palavras. &lt;br /&gt;Os acontecimentos têm acontecido (ponto). Nada de novo ou importante mas simplesmente o mesmo vai-e-vem de idéias (ou ideias). As mesmas palavras, gestos, caras e bocas. Algumas vezes, há um tempo atrás, me indignava por procurar massa pensante na "massa" e não encontrar. Agora que já não penso (e nem por isto me vejo dançando pocotó) não devo mais me preocupar com isto. Não mais me pergunto, mas pensava antes no nível que os representantes da intelectualidade brasileira chegaram. Não se vê movimentos de engajamento social na sociedade. Tenho certeza que "nada do que foi será denovo do jeito que já foi um dia" para lembrar música do Lulu Santos/Nelson Motta.&lt;br /&gt;Eu creio, pelo que vemos nos últimos dias, que a cultura brasileira (digo cultura tentando trazer a ideia de inteligência)   “…encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo que é vivo num só rebanho de condenados, porque tudo o que é vivo morre” (Chicó, no “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna).&lt;br /&gt;E assim vou prosseguindo, me recusando a pensar pois não posso mais ser maluco beleza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-1454006706223063411?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/1454006706223063411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=1454006706223063411&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/1454006706223063411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/1454006706223063411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2009/05/faz-tempo-que-nao-tenho-tempo-pra.html' title='Faz tempo que não tenho tempo pra pensar'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-6764280596322213805</id><published>2008-04-04T07:35:00.001-07:00</published><updated>2008-04-04T07:47:26.106-07:00</updated><title type='text'>A luta pelo Direito - Rudolf Von Ihering</title><content type='html'>&lt;p class="MsoBodyTextIndent"&gt;“O fim do direito é a paz e o meio para atingi-lo é a luta” é na transcrição desta parte do texto que iniciamos a nossa jornada pelas páginas deste magnífico livro, intitulado A LUTA PELO DIREITO de Rudolfo Von Ihering. O autor trata do direito como cerne da vida e como tal constantemente afadigado pelas constates investidas maléficas da injustiça. Para que não pareça prosopopéia vale-nos dizer que o direito “é uma força viva” e advém desta idéia o fato que um labor continuado é exigido deste.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;Faz-se necessário ao extremo dividirmos as acepções do direito: a) objetivo é o ordenamento jurídico em si e b) subjetivo que é a ação concreta do direito subjetivo. E, com esta divisão, retornamos à conhecida premissa que reza que “o direito não socorre aos que dormem” e exprime de forma satisfatória este fato. É preciso manter uma luta constante contra a ilegalidade que representa as violações da lei.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;Quando afirmamos que o direito é o cerne da vida não nos propusemos, de forma alguma, a apresentar o direito como onipotente mas antes aceitamo-lo como limitado e trazemos à tona a luta que o novo direito deve travar para garantir o seu ingresso. “Um direito concreto, uma vez constituído, pretende sobreviver eternamente” e, pela própria evolução da sociedade, cria-se a necessidade de novas leis dada a sedimentação das anteriores.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;Mas não é preciso se assustar com tal afirmação. O processo de criação do direito é algo que se forma naturalmente, advindo da consciência jurídica nacional e por isso se cria “sem dor, sem fadiga, sem ação, como as plantas agrestes” cresce sem que se veja, brotando como que naturalmente do processo de evolução da sociedade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;Pergunta-se agora o leitor: Como pode o direito nascer sem luta e pela luta viver? Caro leitor, acreditar que o direito nasce sem luta é como acreditar que os &lt;i&gt;bebês são trazidos pela cegonha&lt;/i&gt;. Esta é apenas a concepção romântica do direito que se fez necessária para mostrar que, o direito está impregnado de luta e de sangue. Exemplos para fundamentar tal afirmação acontecem todos os dias e são apresentados como a efetivação do direito subjetivo. Diante de um caso de violação dos seus direitos, o indivíduo pode optar por lutar e assim garantir o cumprimento do direito, ou simplesmente eximir-se da luta na busca da paz. Cabe a decisão que escolherá qual é o mais importante: o direito ou a paz.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;Ao fazemos esta afirmação estamos sim colocando em planos opostos o direito e a paz. Ora, colocando-os em planos distintos e antagônicos apresentamos que a violação do direito representa a luta. Ao subtrair-se da luta, e portanto do direito, o indivíduo comete o “suicídio moral”. A luta pelo direito não se faz somente pelo direito em si mas principalmente por se apresentar entrelaçado com a honra. Quando se abnega o uso do direito, passa-se a ignorar também o sentido da moral para a sobrevivência do homem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;No momento que sentir o direito transgredido, o homem buscará a “auto-preservação moral” e intensificará a luta para garantir seu direito. Esta luta se apresentará em maior ou menor grau de acordo com a importância dada ao direito que ele sente como tendo sido transgredido. Neste aspecto apresenta-se a intima ligação do direito com a honra. Esta luta travada pelo indivíduo não advém da simples transgressão de um direito e sim da negação de um direito que se apresenta como fundamental, tão importante que é preferível sacrificar a paz para obter o gozo deste direito, só possível mediante a luta. Assim, “a luta pelo direito é um dever do sujeito do direito para consigo mesmo”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;Não apenas consigo mesmo, mas também para com a sociedade, o individuo deve lutar para garantir o gozo dos direitos. Caso o direito da sociedade não seja resguardado não lhe cabe mais este nome. Deixa pois de ser direito e perde-se, em matérias e em conceitos, em caminhos tortuosos que furta-lhe o direito de ser chamado de direito pois, “a essência do direito é a concretização prática” Ora, no direito social quando cada um defende e assegura o cumprimento da lei, defende também todo o direito sabendo que, caso ocorra uma omissão generalizada da norma jurídica, esta será inutilizada. Neste sentido, é necessário o empenho das autoridades públicas para fazer as normas e da sociedade para utilizar-se delas e fiscalizar o cumprimento das mesmas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;A concretização das normas advém das motivações que obrigam o sujeito a insistir (porque não dizer, lutar) pelo cumprimento do direito. Sendo assim, este está diretamente subordinado ao interesse e ao sentimento dado ao direito e, caso exista medo ou o sentimento seja débil e fraco, a conseqüência será a inaplicabilidade da norma jurídica. Existe sim a convocação maciça do homem para lutar pelo direito pois que, se houver um desprendimento generalizado no sentido da luta pelo direito, o processo de inutilização da norma jurídica pode adquirir proporções gigantescas. Quando o homem exime-se do cumprimento do direito nutre a injustiça e cria um elo de destruição para si mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;Todo indivíduo é responsável pela fiscalização do cumprimento da norma jurídica e como tal deve ser fiel seguidor da mesma. A benção que representa ser o fiscalizador do cumprimento e da aplicabilidade do direito em si torna-se maldição quando o sujeito se vê obrigado a cumprir também a norma. Por isso que na representação do direito existe a espada, mostrando que existe tanto a proteção ao sujeito, no caso de um direito transgredido, quanto a obrigação do cumprimento das normas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;É deveras importante ressaltar que o interesse da luta pertence a todos, indiscriminadamente. Assumindo que a nação é a soma de todos os indivíduos, caso haja um sentimento apático dos indivíduos pela concretização do direito este sentimento contaminará o direito tornando-o débil e fraco. O direito então “habitua-se, portanto, a tolerar a injustiça” e passa a aceitá-la como algo imutável e tornando-se atrofiado e apático, transformando em insensível totalmente destituído de ação energética.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;“Ninguém se atreverá a surrupiar (...) o seu direito, mesmo no que toca às coisas modestas e mínimas” então, o individuo jamais deixará chegar ao ponto em que, por falta de uso, o direito seja renegado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;Não devemos, no entanto, esquecer da função do Estado que é de guardar a lei. Quando o sujeito infringe uma lei não está apenas indo contra o outro individuo que está tendo o seu direito transgredido mas também contra o Estado por ser este o guardador do direito. Na transgressão do direito não existe apenas uma falta contra a vítima mas contra o ordenamento jurídico e contra norma moral.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent"&gt;Não podemos nos abster do tratamento da justiça, objetiva e subjetiva, pois, assim como o direito, ela possui ramificações. A justiça objetiva está ligada ao ressarcimento assegurado à vitima pelo dano material causado por outrem enquanto a justiça subjetiva trata de aspectos ligados ao sentimento de direito ofendido, que impõe pena ao infrator. Esta pena decorre-se tanto pela necessidade de afagar o sentimento de “direito respeitado” à vítima quanto para reprimir o sujeito por ter se voltado contra o Estado.&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Para sintetizar as idéias apresentadas ao longo do texto poderíamos optar por falar sobre a responsabilidade que cada individuo tem de suscitar o direito, tanto para si quanto para a sociedade, ou dos níveis de desenvolvimento do direito, ou das formas de justiça, mas foi preferível apresentar a idéia de algo novo para que o leitor proponha-se a pensar sobre o assunto. Sendo assim: &lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;não há direito sem luta&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edilson Aguiais&lt;br /&gt;Faculdade Alfredo Nasser&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-6764280596322213805?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/6764280596322213805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=6764280596322213805&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/6764280596322213805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/6764280596322213805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2008/04/luta-pelo-direito-rudolf-von-ihering.html' title='A luta pelo Direito - Rudolf Von Ihering'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-2138576625685645299</id><published>2008-01-13T08:54:00.000-08:00</published><updated>2008-01-13T08:58:04.592-08:00</updated><title type='text'>2008 já chegou</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 70.9pt; line-height: 150%;"&gt;O ano novo desponta tímido, ainda meio “ressaqueado” das festividades em comemoração à sua chegada. O comércio apresenta uma calmaria, comum neste período de sazonalidade. A máquina estatal começa a apresentar os primeiros sinais de retorno à normalidade, mas sabemos que este retorno só se dará por completo após o Carnaval.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 70.9pt; line-height: 150%;"&gt;O ano já começou e como ainda é novo, surgem variadas expectativas. O interessante é que a maioria das pessoas, mesmo usando o comunal branco, compartilhou desejos de muitas felicidades, saúde e, principalmente, dinheiro para este ano. As expectativas das pessoas apresentam se como otimistas e confiantes. Isto se deve aos bons resultados obtidos em 2007 e pelas previsões positivistas dos economistas e dos formadores de opinião recentemente divulgadas pelos variados meios de comunicação. Mas, para não ser pego “com as calças na mão” se torna extremamente necessário fazer um planejamento consciente das ações que deverão ser tomadas neste ano de 2008.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 70.9pt; line-height: 150%;"&gt;O velho hábito de controlar todos os débitos é fundamental para que se tenha uma boa saúde financeira. O antigo e tão renegado orçamento familiar ajuda, e muito, no que concerne ao controle dos gastos. É importante agregar todos os membros da família, de forma engajada, na gestão dos créditos e débitos. É importante lançar no papel as receitas e as despesas para que se possa visualizar gastos supérfluos. A cooperação e responsabilidade pelo equilíbrio do saldo familiar devem ser responsabilidade de todos os integrantes da família.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 70.9pt; line-height: 150%;"&gt;É imprescindível fazer a provisão dos gastos comunais à família. O pagamento de IPVA, IPTU, matrícula e material escolar não podem ser adiados e fazer o parcelamento pode não ser uma boa escolha, principalmente no inicio do ano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 70.9pt; line-height: 150%;"&gt;Mas, existem muitos casos em que o consumidor já gastou mais do que deveria e, sem sombra de dúvida, vai sofrer com as altas taxas do cheque especial ou do cartão de credito. Para estes casos, a melhor alternativa é buscar formas de financiamento barato. Mesmo sabendo que a taxa de juros do cartão de crédito pode ultrapassar 14% ao mês, as pessoas tendem a utilizar-se deste “modo seguro” de transporte de valor. O cheque especial não fica atrás, com taxa oficial em torno de 7,68% ao mês, tem registrado taxas de até 15% ao mês, ou seja, 435% ao ano, um disparate total.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 70.9pt; line-height: 150%;"&gt;A saída é adquirir um empréstimo com taxas que apresentam patamares menos elevados. O re-financiamento do veículo pode ser uma boa alternativa. Para este modalidade de crédito encontra-se taxa abaixo de cinco por cento ao mês, o que se mostra se uma boa oportunidade para saldas as dívidas pendentes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 70.9pt; line-height: 150%;"&gt;São estes os gurus da boa saúde financeira: controle dos gastos via tabulação do orçamento e planejamento dos gastos. Para quem já viu a “vaca ir pro brejo” a saída é buscar formas de financiamento baratas e fugir do cheque especial e/ou cartão de crédito. Estas são medidas úteis para que você não fique “á ver navios” neste ano de 2008.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 70.9pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 70.9pt; line-height: 150%;"&gt;07/01/2008&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-2138576625685645299?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/2138576625685645299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=2138576625685645299&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/2138576625685645299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/2138576625685645299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2008/01/2008-j-chegou.html' title='2008 já chegou'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-7445344700805212074</id><published>2008-01-03T09:26:00.000-08:00</published><updated>2008-01-03T09:28:02.732-08:00</updated><title type='text'>Meu Condicionador não combina com minha pele</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Apesar de todas as pessoas, no mundo, desejarem de um Ano Novo cheio de abastança e prosperidade, a “ressaca” do fim de ano pode ser muito tenebrosa. Isso pode ser observado, principalmente, na hora de verificar os gastos e saldar as dívidas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Talvez pela euforia que traz as festividades de fim de ano ou por culpa do décimo terceiro salário, percebido pela grande maioria dos trabalhadores, ou ainda pela necessidade da troca de presentes que dá o ultimo toque neste momento de interação humana, que advenha os maiores problemas para o orçamento. As pessoas simplesmente não conseguem conciliar, de forma racional, este rio de desejos que foram incorporados ao cotidiano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Para viver em uma sociedade altamente consumista e de desejos insaciáveis, as pessoas são impelidas a obter sempre mais produtos, acreditando piamente na premissa que afirma que “quanto mais, melhor”. Como se isso não bastasse, a sociedade de consumo resolveu deixar as pessoas mais engajadas no ato de consumir. As pessoas deixaram de existir. No mercado, todos somos meros consumidores e somos obrigados a aceitar esta “verdade” com passividade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Mas, sem dúvida, o maior vilão dos dias atuais, e o que tem conquistado o maior número de adeptos, tem sido o credito fácil. Graças à “estabilidade” da economia, as empresas colocaram à disposição dos consumidores uma facilidade enorme para aquisição de produtos via operações de crédito. Esta ação alimentou ainda mais o desejo de consumir adquirido pelo consumidor e projetou os lucros dos empresários para as alturas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Pronto! A combinação perfeita. É como juntar a fome e a vontade de comer. De um lado, as empresas na busca incessante do lucro, força motora do capitalismo; do outro, os consumidores que, como o próprio nome dá a entender, estão engajados no processo de consumir de forma cega e desordenada. Para azeitar estas relações: as facilidades de credito. Esta bem que poderia ser mais uma história com final feliz, onde João (as empresas) e Maria (as pessoas, ou melhor, os consumidores) encontram no casamento (facilidades de crédito) a solução para todos os problemas e podem viver felizes para sempre.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Infelizmente não é isso que ocorre após o silenciar dos fogos. O que pode ser observado é que o consumidor conseguiu “estourar” o limite do cartão de credito, e entrou no cheque especial. Então, quando chegar a hora de “cobrir” o cheque, não existe dinheiro suficiente no banco. E nem é preciso falar na fatura do cartão de credito. Como dizem alguns adeptos da musicalidade, “tem muito mês no meu salário”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;A saída, sem sombra de duvida, é buscar o controle dos gastos. É preciso tabelar todas as rendas percebidas pela família frente aos gastos. É preciso fazer a previsão dos gastos e prover-se de dinheiro para escapar da inadimplência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Assim como não se pode usar condicionador para lavar a pele, também não podemos deixar que as dívidas assumidas na euforia das festividades de fim de ano, se tornem um problema financeiro e perdure por todo o ano que se inicia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Edílson Aguiais&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Faculdades Alfredo Nasser&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-7445344700805212074?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/7445344700805212074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=7445344700805212074&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/7445344700805212074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/7445344700805212074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2008/01/meu-condicionador-no-combina-com-minha.html' title='Meu Condicionador não combina com minha pele'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-966705362965038755</id><published>2007-10-17T19:37:00.000-07:00</published><updated>2007-10-17T19:39:05.071-07:00</updated><title type='text'>Sociedade de Consumo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Sociedade de consumo é um dos inúmeros rótulos utilizados por intelectuais para se referir á sociedade contemporânea. Mas, sabendo que é um fato que todas as sociedades consomem, como podemos definir esta sociedade como sociedade de consumo? Esta definição é usada por causa do consumo especifico de alguns itens alem, é claro, da noção do consumo em massa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;O ato de consumir está indexado nas raízes históricas e culturais dos indivíduos. “Conjuntamente á dificuldade conceitual de definir e delimitar o que é uma sociedade de consumo se junta o caráter elusivo da atividade de consumir” (Barbosa, Lívia-1949/Sociedade de Consumo). Esta frase sintetiza bem o tema central: a sociedade de consumo encontra-se atrelada a conceitos morais e éticos que descontextualiza o estudo acadêmico do consumo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;O interessante é que, por ser permeado de conceitos éticos, o consumo nunca foi estudado de forma sistemática mas ganhou força como temas para debates sociológicos a partir dos anos 80. Foram formuladas duas pressuposições básicas: Um que defende a assertiva que o consumo comum, ou seja, aquele feito por qualquer individuo, quando bebe, come, se veste etc; a outra estuda os consumos supérfluos que são influenciados pela moda.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Historicamente, a evolução do consumo deu-se a partir da Revolução Industrial e esta embasada na ‘Propensão a Consumir’ que influencia os agentes econômicos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Fruto da evolução, o consumo adquiriu características próprias passando a ser valorizado por isso. A titulo de exemplo, existe a mudança do consumo familiar para o consumo individual e personalizado influencia da moda traduzido na frase de Stuart Ewen “todos podem ser qualquer um”. Isso mostra que a moda é ser individual e, quando a renda não o permite, parte-se para a aquisição de produtos “piratas” que demonstram o &lt;i style=""&gt;statu quo &lt;/i&gt;da sociedade. A moda (efeito atual e transitório) substitui a pátina (que marca a continuidade dos fatos através do tempo).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;A escolha de consumir esta intimamente ligada ao valor de utilidade agregada ao bem e neste ponto entra o marketing como ponto fundamental e mostrando outros pontos como: o consumo é mundial e não característico de apenas um país; tudo que consumimos são mercadorias, ou seja, foram fabricados para serem vendidos; a produção não é personalizada; o consumidor tem liberdade de escolha com necessidades insaciáveis; consumir é uma forma de garantir status e poder. Como fato gerador destas características tem: a produção do consumo; os modos de consumo e o consumo de sonhos e prazeres. Este marketing que emancipa os consumidores, fazendo um lugar em que todos são iguais, também proporciona a destruição de valores nas relações sociais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Diversos autores tratam o consumo com um novo segmento, totalmente descolado da produção afirmando que a moda remoldurou-o fazendo a desvinculação do comercio e da industria. A mercadoria (ou seu signo) passou a ser designado como forma de demarcar as relações sociais e vem sendo usado por todas as sociedades contemporâneas. As pessoas são induzidas a consumir cada vez mais e mesmo assim não existe uma punição para quem deixa de consumir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Desde os tempos antigos, as feiras eram consideradas locais de desregramento e exposição exótica o que explica que é um fator psicológico do homem a propensão a consumir. O problema não é o consumo em si mas a ausência de uma função definida para este consumo, o problema está em consumir sem causa deixando a &lt;i style=""&gt;good life&lt;/i&gt; em busca dos &lt;i style=""&gt;desires(&lt;/i&gt;desejos). Em resposta a este movimento de individualismo exacerbado existem as ONG´s que buscam o bem estar social, deixando o individualismo e focando na socialização do individuo, buscando não desengajar o homem desta avassaladora corrente de consumo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Existe uma linha de pensamento desenvolvida por Campbel (Colin Campbel) que analisa o ‘consumo caracteriza-se pelo lugar ocupado pela emoção e pelo desejo da nossa subjetividade’ e sintetiza que as fontes são a individualidade e a emotividade do individuo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;O que caracteriza a sociedade de consumo é a insaciabilidade dos consumidores e a constante mutabilidade de desejos. Um item do qual o consumidor sente desejo hoje, caso seja adquirido, induz o desejo a outro e assim infinitamente. A propensão a consumir, de Keynes e Marx, confirma esta idéia. Mas aonde esta a origem desta insaciabilidade? Segundo Campbel e seu estudo sobre o hedonismo, este desejo provem dos prazeres oriundo das sensações, ou seja, o individuo busca o produto para satisfazer as suas expectativas construídas mentalmente e não para satisfazer as necessidades. Cabe dizer que esta busca não está na procura pela ‘maximização da satisfação’ e sim para saciar o desejo criado por uma necessidade intangível. Estas necessidades criadas pelo consumismo moderno “é tudo, menos materialista” como afirma Lívia Barbosa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Outras explicações buscam no marketing a resposta para o consumo moderno colocando a culpa pelo consumismo crescente pelo constante contato do cliente com o produto. Mas surge a pergunta: “Será que o consumidor acredita nas informações passadas pelo marketing?” A maioria das pessoas diz que não, então esta explicação está fadada á falência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;A sociedade de consumo é definida como uma sociedade em que a busca por novos produtos é crescente e que o individuo agrega, cada vez mais, valor a estes itens. O individuo busca “afogar” todos os anseios não supridos na necessidade de consumir hoje na esperança que amanhã, com o nascer de um novo dia, as possibilidades de consumo se ampliem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Edílson Aguiais&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Faculdade Afredo Nasser&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Ciências Econômicas&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-966705362965038755?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/966705362965038755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=966705362965038755&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/966705362965038755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/966705362965038755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/10/sociedade-de-consumo.html' title='Sociedade de Consumo'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-7652107948356347103</id><published>2007-09-18T20:08:00.000-07:00</published><updated>2007-09-18T20:10:57.739-07:00</updated><title type='text'>Meio Ambiente: Um mal de todos nós</title><content type='html'>&lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;Uma das mais latentes vertentes buscadas pelos pensadores tem sido o meio ambiente. Um tema muito atual e de fácil vocação empírica. Todos os cidadãos têm uma opinião sobre certos assuntos, e o meio ambiente é um deles.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;Existe a opinião do cobrador do transporte coletivo, que esta sempre certa, dizendo que a culpa pelo superaquecimento global e outras mazelas que afligem o Séc. XXI, é do Estado que não tomou a dianteira na conscientização da população sobre o uso desordenado e totalmente descontrolado dos recursos naturais existentes. Existe a grande polemica levantada pelos taxistas que afirmam que a fumaça lançada pelos escapamentos dos caminhões (somente dos caminhões) é a grande responsável pelo efeito estufa que o mundo enfrenta. Tem também o chefe de repartição que afirma, categoricamente, que a culpa é da burocracia que o governo criou para aprovação de projetos e dos furos na legislação que permitem abusos de algumas partes e subjuga outras menos favorecidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;Do lado dos intelectuais, existe o Sociólogo afirmando que este é um processo que a sociedade deve passar para que, pressupondo a mutabilidade do homem, a raça humana evolua e consiga atingir um grau mais elevado de sociabilização e interação humana. Existe o Gerente de Produção que diz que tudo é culpa dos desperdícios feito tanto por empresas quanto pelas pessoas comuns nas tarefas do dia-a-dia. Não podemos esquecer do Economista que diz que este processo de poluição é um mal necessário para a produção de bens e serviços, sem os quais, a vida deixa de existir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;Por outra vertente, sendo totalmente extremistas e apocalipticos, vêm os Ambientalistas e ONG´s de proteção do meio ambiente, dizendo que o mundo esta próximo do apocalipse e caso não seja feita uma mudança radical, a natureza não suportará mais meia hora de vida. Existem pessoas que chegam a afirmar que a Terra ja esta em coma e o perigo de morte é iminente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;O interessante é que os ambientalistas, mesmo sendo totalmente extremistas, têm conseguido passar uma preocupação nunca dantes vista nas pessoas comuns. Agora não são apenas os ambientalistas que estão “suando a camisa” pra defender o meio ambiente. Existem grupos de discussão entre todas as pessoas acima descritas. E, em uma visão bastante utópica, pode-se cogitar que sentem-se, lado a lado, economista, advogados, ambientalistas, contadores, administradores, pedagogos e demais intelectuais para chegar a um denominador comum.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;Na Economia e creio que em todas as ciências sociais, a maior dificuldade existente para a resolução de um problema é saber: o que estou procurando saber? Quero acreditar que esta resposta já temos desde o inicio das discussões. Cabe agora, posto que já compreendemos a questão, formular a resposta correta. A esperança que estas respostas tenham embasamento cientifico nos torna mais forte para esperar o desfecho desta historia, não cabendo respostas apenas empíricas ou filosóficas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(* Estudante do Curso de Ciências Econômicas. Colaborador do site Comentario Economico &lt;www.comentarioeconomico.com.br&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:78%;"&gt; Monitor das disciplinas de Introdução á Economica. Microeconomia, Matematica Financeira e Historia Economica Geral.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-7652107948356347103?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.comentarioeconomico.com.br/artigos_colaboradores/artigos_colaboradores.php?id_artigo=111&amp;id_usuario=27&amp;valor=Economia&amp;pg=class=0' title='Meio Ambiente: Um mal de todos nós'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/7652107948356347103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=7652107948356347103&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/7652107948356347103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/7652107948356347103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/09/meio-ambiente-um-mal-de-todos-ns.html' title='Meio Ambiente: Um mal de todos nós'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-4106400206945617234</id><published>2007-09-12T21:06:00.000-07:00</published><updated>2007-09-14T20:02:31.013-07:00</updated><title type='text'>Mercosul: Crise de Identidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Em uma conversa sobre a globalização, que tivemos por esses dias, houve um ponto muito interessante e ao mesmo tempo enigmático. A certa altura da conversar foi feita esta pergunta: “Existe mesmo um Mercado Comum Do Sul (MERCOSUL)?”. Essa pergunta me gerou uma inquietação gigantesca e mostrou ser um assunto interessante a tratar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O Mercado Comum do Sul, de agora em diante apenas Mercosul, é um tratado estabelecido em 1991. O tratado regula as relações entre os paises membros, a saber: Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e aderindo por ultimo a Venezuela, em 2006. O acordo foi firmado na cidade de Assumpção, no Paraguai, na data de 26 de março de 1991 e prevê uma área de livre acesso de mercadorias e serviços. Diferentemente da União Européia que, ao formar o bloco econômico, procurou unificar as moedas, o Mercosul tem moedas distintas a saber: Argentina - Peso Argentino; Brasil - Real; Paraguai - Guarani; Peso Uruguaio no Uruguai e Bolívar na Venezuela. Caso o Mercosul fosse considerado um país estaria na quinta posição no ranking mundial do PIB, com US$ 2.970.543 e teria uma população de 366 milhões de pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;È certo que unificar alguns paises da América Latina não é tarefa nada fácil. Principalmente, se for considerado que, na corrida pelo crescimento, todos os paises buscam crescer ao máximo. Os brasileiros, que desde tempos imemoriais cultivam desagrados com os argentinos, buscam que o crescimento de seu país seja maior do que o rival e vice-versa. A Argentina, que entrou em crise no ano de 2002 por causa da busca descontrolada pelo crescimento, influencia os pensadores brasileiros a “meter o pau”, ainda mais, na política ortodoxa de crescimento adotada pelo governo brasileiro. Nesta briga o Mercosul fica bastante atingido, pois, por causa da rivalidade, criou-se mecanismos para burlar o acordo que criou o Mercosul. Um exemplo destes mecanismos são as tarifas cobradas pela importação/exportação de alguns produtos entre os países. Vale dizer que esta “troca de gentilezas” não acontece apenas entre Brasil e Argentina. Todos os paises da América Latina competem entre si e criam barreiras para o transito de mercadorias e serviços, inclusive os países do Mercosul.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Com estas observações, é possível afirmar que o acordo que criou o Mercosul não esta efetivamente sendo cumprido. Mas ainda assim não deve ser dito que o este mercado não existe. Existem muitas taxas e barreiras, cerca de 90%, que foram eliminadas, restando algumas. Fica a utopia de que os países em desenvolvimento da América Latina tomem como exemplo a União Européia, caso realmente exista a vontade constituir uma área de livre comercio entre os países latino-americanos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Edílson G. Aguiais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Faculdade Alfredo Nasser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 70, 70);font-family:Verdana;font-size:78%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Ciências Econômicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-4106400206945617234?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.comentarioeconomico.com.br/artigos_colaboradores/artigos_colaboradores.php?id_artigo=105&amp;id_usuario=27&amp;valor=Economia&amp;pg=class=0' title='Mercosul: Crise de Identidade'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/4106400206945617234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=4106400206945617234&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/4106400206945617234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/4106400206945617234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/09/existencia-do-mercosul.html' title='Mercosul: Crise de Identidade'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-8784368997127523038</id><published>2007-08-31T21:27:00.000-07:00</published><updated>2007-08-31T21:29:38.246-07:00</updated><title type='text'>Onda ou Tsunami?</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Outro texto by Adriano Paranaiba.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada dia que passa vem se tornando mais difícil manter o emprego de futurista, com exceção de Alvin Toffler e sua esposa Heidi. Na verdade, eles receberam este título após preverem como seria o comportamento sócio-econômico no novo milênio, isso ainda na década de 70 (Future Schok 1970), e a famosa terceira onda, publicada no início dos anos 80 (The third wave, 1980).&lt;br /&gt;Alvin Toffler é, antes de tudo, um grande cientista social, que vem estudando o surgimento de novas riquezas desde o início da história da humanidade e, baseado em seus levantamentos, conseguiu dividir em três grandes “eras”. Observando essa evolução do desenvolvimento da civilização, e o decifrando com maestria, fica fácil – para ele – detectar tendências.&lt;br /&gt;Uma pessoa que vê o futuro é encantadora para todos nós, principalmente para os grandes executivos, que precisam desta habilidade em suas tarefas corriqueiras. Mas não podemos sucumbir a esta tentação, pois os “gurus” que vêem surgindo, não possuem conhecimento científico necessário para opinar sobre a reação dos paises e suas economias nessa grande globalização que vivemos. E ainda, estes tais formadores de opinião, usam de forma oportunista e especulativa os seus ensinamentos para embolsar alguns milhões com consultorias e publicações. Querem construir a imagem de um mundo melhor, mais dinâmico e mais eficaz, mais ágil. Infelizmente, ser futurista não é só dar boas notícias.&lt;br /&gt;Toffler vê o futuro de uma sociedade que cada dia depende mais dos satélites e celulares para realizar, desde o sincronismo de toda a infra-estrutura de uma grande indústria, como uma simples compra de cartão de crédito. Descreve como “um mal que vivemos”, por exemplo, a rapidez com que o conhecimento se torna obsoleto. A velocidade da informação obriga as empresas a operarem em 24 horas por sete dias na semana. O escritório está em todo lugar e não há como se desligar. E o que dizer da economia não-monetária? O que pode haver de impacto, quando essa se sincronizar com a economia monetária? Não é a toa que os últimos comentários e publicações de Toffler nos trazem temas como, críticas severas a extrema direita européia, de como os consumidores não recebem alguma retribuição econômica e guerras.&lt;br /&gt;Pode-se dizer que se pensarmos bem, as ondas não passam: elas crescem, formam cristas e, na praia, arrebentam. Foi assim como as outras duas ondas. Fica a esperança de que essa terceira onda, tão fascinante, não fique grande o suficiente para soar os alarmes anti-tsunami.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-8784368997127523038?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/8784368997127523038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=8784368997127523038&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/8784368997127523038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/8784368997127523038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/08/onda-ou-tsunami.html' title='Onda ou Tsunami?'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-6031553162114162283</id><published>2007-08-31T21:25:00.000-07:00</published><updated>2007-08-31T21:27:41.735-07:00</updated><title type='text'>Uma Carta ao pai de Barbara Wood</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este é um texto que o nosso amigo Adriano Paranaiba escreveu mas esteve com receio de reproduzir. Entao, tomei a liberdade e o fiz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu caro amigo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses dias eu fui à papelaria e me lembrei de você: vi que o preço do papel reciclado é mais caro que o convencional. Engraçado mesmo foi receber, uma semana depois, um texto de Juliana Tavares falando de tecnologia social.&lt;br /&gt;Quando se trata de tecnologia social é preciso avaliar como está sendo conduzido, pois, como você bem sabe, trata-se da aplicação de técnicas alternativas, adequadas a uma realidade, com o objetivo de auxiliar a comunidade à alcançar seu desenvolvimento sócio-econômico, e aqui no Brasil estou observando um caráter assistencialista, o que fere a premissa da sustentabilidade. Na verdade tanto grandes corporações como o governo têm agido assim apenas para alcançar um status ou criar “slogans” de “empresa amiga”, “Brasil um pais de todos”. Infelizmente não tem sido para todos.&lt;br /&gt;Seria tendencioso dizer que nada é feito, pois é mentira. O soro caseiro, desenvolvido pela Pastoral da Criança, vem sem sombra de dúvida, salvando muitas crianças no Brasil e no mundo. A Produção Agroecológica e Integrada e Sustentável (PAIS) ajuda várias famílias a cultivarem hortas e criação de pequenos animais não só para a subsistência, mas também gerando renda.&lt;br /&gt;Porém, o país possui um grande entrave, a falta de uma “infra-estrutura sócio-cultural”. As Universidades, que são as grandes incubadoras do conhecimento, não recebem incentivos e formação do governo para articular com a comunidade, que está inserida, descobrir e aproveitar a sua identidade cultural com o intuito de construir um projeto que ofereça trabalho e geração de renda. Por sua vez, os universitários recebem seus diplomas e se tornam profissionais que não sabem como se envolverem com sua comunidade para desenvolver meios sustentáveis para seu crescimento e o crescimento da própria comunidade, surge então um ciclo vicioso da pobreza sócio-cultural, na qual a universidade não forma e os profissionais não sabem buscar, neste contexto cria-se um abismo entre o conhecimento e a comunidade que tem o poder da ação.&lt;br /&gt;Dizer que o governo brasileiro não investe também seria mentira. Mas os recursos são pulverizados em diversas ações, quando poderíamos ter melhores resultados com uma vetorização destes recursos, que não são poucos. E o resultado é uma política assistencialista que pulveriza água sobre uma frigideira quente, sem criar um ciclo auto-sustentável. A preocupação maior é de criar “projetos pilotos” para mostrar a vocês de Oxford.&lt;br /&gt;Fica a esperança de um dia tornarmos esse país auto-sustentável, e que reciclar, aproveitar, reutilizar, repensar, não sejam mais artigos de luxo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: O Francis aproveita pra também mandar lembranças a todo pessoal, adeus...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-6031553162114162283?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/6031553162114162283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=6031553162114162283&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/6031553162114162283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/6031553162114162283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/08/uma-carta-ao-pai-de-barbara-wood.html' title='Uma Carta ao pai de Barbara Wood'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-4270260931075698226</id><published>2007-08-24T12:34:00.001-07:00</published><updated>2007-08-24T12:49:04.816-07:00</updated><title type='text'>Uma explosão que gera lucro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Que brasileiro tem mania de inventar, todo mundo já sabe, agora buscar reinventar um produto milenar é novidade. Pois foi exatamente isso que o aposentado Jose Franklyn Copche fez, reinventou a pólvora, literalmente.&lt;br /&gt;O aposentado, que é amante do tiro, acostumou-se a gastar algumas horas por dia em seu laboratório para desenvolver uma nova formula de pólvora, e conseguiu. Formulou uma nova pólvora que tem, antes de tudo, objetivos ambientais. Segundo o inventor ele buscava uma maior segurança para os utilizadores de pólvora e conseguiu formular um produto que, alem de suprir todos os anseios que a pólvora proporciona, não elimina gases tóxicos ao meio ambiente. Isso se chama busca pelo desenvolvimento sustentável, que gera lucro. De acordo com o aposentado, ele pretende vender a patente a uma grande industria de pólvoras no Brasil e espera que a formula possa ser exportada para outros paises, dentre os quais a China, inventora e maior produtora de pólvora do mundo.&lt;br /&gt;Estima-se que a produção nacional de espoletas nos pais chega a 4,5 milhões/mês. A maior parte das empresas de fabricação de pólvora está localizada em Santo Antonio do Monte (MG) que detêm de 90 a 95% do total fabricado no país. São cerca de 20 empresas que produzem cerca de 15 toneladas/mês. Para se ter uma idéia, somente no Reveilon 2007 foram gastos R$ 1,8 milhão somente em fogos de artifício. Isso mostra que é um ramo interessante e lucrativo. A nova pólvora, segundo o inventor, pode ser a solução para os altos gastos com fogos de artifício alem, é claro, dos riscos menores ás pessoas e ao meio ambiente.&lt;br /&gt;È mais um passo dado na busca da auto-sustentabilidade. O Brasil tem estado cheio de novas idéias que estão dando certo. Casos como do Biodiesel, e do Etanol, que já esta sendo chamado de ‘trunfo brasileiro”, tem mostrado que o desenvolvimento sustentável, tão facilmente declamado nos inflamados discursos, é possível mas não tem uma estrada fácil de ser percorrida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-4270260931075698226?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/4270260931075698226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=4270260931075698226&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/4270260931075698226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/4270260931075698226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/08/uma-exploso-que-gera-lucro.html' title='Uma explosão que gera lucro'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-7062201965012181109</id><published>2007-08-24T11:04:00.000-07:00</published><updated>2007-08-24T12:48:20.932-07:00</updated><title type='text'>Mecanismos para o Desenvolvimento Auto-Sustentavel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Após a assinatura do Protocolo de Kyoto, que começou a vigorar em fevereiro de 2005 e tem por objetivo a redução da emissão de gases na atmosfera, principalmente gás carbônico, os paises mais industrializados do mundo, que assinaram o protocolo, passaram a buscar novas formas de reduzir a emissão de gases que auxiliam no efeito estufa. Segundo o tratado, os 38 paises mais industrializados devem cumprir as metas de redução para emissão de gases que aceleram o efeito estufa. Os paises menos industrializados, entre eles o Brasil, podem vender créditos de carbono aos paises mais industrializados do mundo. Surge então no país, a idéia de encontrar fontes renováveis de energia. Uma das fontes buscados para a geração de créditos de carbono, que podem ser vendidos posteriormente, são os Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL)&lt;br /&gt;Os MDLs têm a missão de encontrar fontes de produção que reduzam, ou minimizem, a quantidade de gases formadores do efeito estufa. Existem formas diversas para se chegar ao denominador comum. Uma das formas mais latentes e inovadoras é o tratamento da emissão do gás metano nos aterros sanitários.&lt;br /&gt;O lixo, em processo de degradação, gera o gás metano (CH4), que é quatro vezes mais prejudicial do que o gás carbono (CO2). O Protocolo de Kyoto que prevê a compra de créditos de carbono permite que a captação de uma tonelada de gás metano, seja vendido ao valor equivalente a quatro vezes o valor da tonelada do gás carbono. Por isso, o tratamento deste gás se tornou tão atrativo.Para se ter uma idéia, desde a implantação do Protocolo de Kyoto no inicio do ano de 2005, o Brasil já fez transações no volume de US$ 210 milhões. Alguns projetos, como o Nova Gerar que faz a queima do gás metano, evitando que ele vá para o meio ambiente e ainda gera energia, vendeu 2,5 milhões de toneladas de CO2 ao governo holandês, gerando uma receita de US$ 10 milhões..&lt;br /&gt;Outro interessante projeto é o Projeto Plantar, em Minas Gerais, que substituiu o carvão mineral pelo vegetal nos fornos de obtenção de ferro gusa após um amplo processo de reflorestamento. Com o projeto, o CO2 que é gerado pela queima do carvão é absorvido pelas áreas plantadas com eucaliptos próximos á industria formando uma espécie de ciclo renovável. O projeto que foi concebido em 1998, terá 28 anos de duração e poderá gerar 12,8 milhões de créditos de carbono e tem receita com a venda dos créditos de carbono estimado em US$ 51,2 milhões.&lt;br /&gt;Existe também o projeto de tecnologia para geração de gás a partir de biodigestores, ou seja, a partir de dejetos de suínos. Deste processo retira-se o biogás e, conseqüentemente, energia elétrica de calor.&lt;br /&gt;Esses são apenas alguns exemplos da atuação de empresas brasileiras na busca de minimizar os efeitos do superaquecimento global, com lucro. Creio que, caso estivesse vivo, Smith (Adam Smith, 1723/1790) repetiria que a busca de cada um por seus interesses próprios gera uma auto-suficiência de recursos, fazendo que a economia se mova, como se fosse movida uma “mão invisível”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edílson G. Aguiais&lt;br /&gt;Ciências Econômicas&lt;br /&gt;Faculdade Alfredo Nasser&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-7062201965012181109?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/7062201965012181109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=7062201965012181109&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/7062201965012181109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/7062201965012181109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/08/mecanismos-para-o-desenvolvimento-auto.html' title='Mecanismos para o Desenvolvimento Auto-Sustentavel'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-7513068908695052529</id><published>2007-08-15T11:12:00.000-07:00</published><updated>2007-08-24T12:49:23.401-07:00</updated><title type='text'>CPMF</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Se você gosta de pagar aquele imposto que era para a saúde e tornou-se um dinheiro a mais para ser desviado e enriquecer os políticos,&lt;br /&gt;não leia o resto. Se você, como eu, acha que este imposto foi deturpado e não pode mais continuar, eis a oportunidade de fazer algo.&lt;br /&gt;Hoje recebi um e-mail que a CPMF (aquele imposto básico que todos nós&lt;br /&gt;pagamos sobre nossas transações bancárias) está prevista para ser extinta&lt;br /&gt;em dezembro de 2007, mas nosso "querido presidente" quer torná-la definitiva.&lt;br /&gt;Esta taxa foi criada em 1996 para reverter verbas para a saúde pública. Hoje, 11 anos depois, a saúde continua uma péssima e nós continuamos pagando.&lt;br /&gt;Agora é a nossa vez de fazer algo para que esse imposto seja extinto.&lt;br /&gt;São necessárias 1 milhão de assinaturas para que haja um plebiscito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue o link do abaixo assinado organizado pela FIESP - por enquanto, tem 803 mil assinaturas. Essa é uma ação muito importante gente, portanto vamos votar!!!&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cpmf.fiesp.com.br/" target="_blank"&gt;http://cpmf.fiesp.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Favor repassem esta mensagem&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-7513068908695052529?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cpmf.fiesp.com.br/' title='CPMF'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/7513068908695052529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=7513068908695052529&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/7513068908695052529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/7513068908695052529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/08/cpmf.html' title='CPMF'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-8959541930313304976</id><published>2007-08-08T13:41:00.000-07:00</published><updated>2007-08-24T12:49:37.417-07:00</updated><title type='text'>A dinamica do trabalho</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 63pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;O Século XXI se iniciou em um ritmo totalmente acelerado. Desde a Revolução Industrial, que ocorreu no Séc. XVIII, o ritmo de vida das pessoas mudou drasticamente. Após Taylor (Frederick W. Taylor, 1856-1915) que, com o estudo do tempo e dos movimentos, instituiu a Administração Cientifica, o ritmo do processo produtivo tem sido aumentado de forma gradativa e constante.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 63pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;Com a Terceira Revolução Industrial (Revolução Tecnológica), a mão de obra passou a se especializar cada dia mais e o exercito de reserva, formado principalmente por mão de obra menos qualificada, cresceu proporcionalmente ao crescimento populacional. Surgiu uma nova denominação para a mão de obra: cabeça de obra. O mercado não busca mais por profissionais de determinada área, ele busca intelectuais que formam opniões sobre os mais diversos temas e se tornaram os coringas do jogo. No período da Revolução Industrial, o trabalhador-operário suava por até 14 horas na linha de produção e, ao termino de um ano, estava totalmente fadigado e implorando pelo gozo das férias. Hoje, o executivo trabalha 24 horas por dia e não se preocupa (talvez por falta de tempo, talvez não) com o gozo de férias. A grande diferença esta no objeto de trabalho. O trabalho intelectual pode ser feito enquanto dirige-se o carro, espera o sinal abrir ou enquanto se toma um banho - vale citar Arquimedes(287a.C.–212a.C.), que descobriu a lei da estática e da hidroestática enquanto tomava banho. Sobre a superioridade do conhecimento intelectual sobre o profissional, não é preciso fazer maiores citações.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 63pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;Karl Marx (1818 – 1883) afirma que, sob o novo contexto emergente á época, o trabalho deixa de ser um bem e passa a ser apenas uma mercadoria, adquirindo o simples valor de troca. O tempo passou e o mundo se tornou totalmente interligado. Neste cenário globalizado, a força de trabalho, ou seja, a disponibilidade para executar certa atividade, deixa de ser a mercadoria a ser adquirida transferindo o objeto de compra para o trabalho, ou seja, o produto final da força de trabalho. Nesta nova organização social do trabalho, o que importa são os resultados. Após o advento da Tecnologia da Informação, as novas tendências trouxeram novas linhas de pensamento. Formou-se uma sociedade onde os fins justificam os meios. A meta a ser alcançada muda constantemente de forma, incorporando itens ou excluindo-os. A velocidade das mudanças é monstruosa e sem rumo definido fazendo do homem um ser totalmente mutante. E é exatamente este mutualismo que tem direcionado os estudos da inteligência humana. È neste novo contexto que o &lt;i&gt;Homo Sapiens &lt;/i&gt;(Homem Pensante) se enquadra perfeitamente.&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 63pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;O homem, enquanto ser pensante, se materializa com esta nova realidade. Os velhos padrões de comportamento são descartados e incorporados novos costumes ao cotidiano. O trabalho, que deixa de ser físico e passa a ser intelectual, rompe as barreiras do tempo e do espaço, podendo ser feito a qualquer hora do dia e em qualquer lugar. A sociedade globalizada se desenvolve cada vez mais, acirrando a competição pelos melhores postos. Pode-se voltar ao tempo de Fayol (Jules Henry Fayol – 1841-1925) onde a superespecialização do trabalhador se tornou um empecilho ao desenvolvimento industrial.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-8959541930313304976?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/8959541930313304976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=8959541930313304976&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/8959541930313304976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/8959541930313304976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/08/dinamica-do-trabalho.html' title='A dinamica do trabalho'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-753390362718085255</id><published>2007-08-01T13:07:00.000-07:00</published><updated>2007-08-01T13:08:48.411-07:00</updated><title type='text'>As Moedas no Brasil</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 62.95pt; line-height: 150%;"&gt;Como pertencentes a um país com uma longa história, as moedas brasileiras também têm notáveis eventos históricos. Muitas moedas, que vieram pra mudar o rumo da economia brasileira, acabaram se mostrando vulneráveis á ação do tempo. Outras, por terem sido implantadas em épocas conturbadas, perderam o brilho e a força e acabaram sendo substituídas.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; text-indent: 62.95pt; line-height: 150%;"&gt;A primeira moeda utilizada pelos luso-brasileiros foi o Real (R ), moeda que foi utilizada desde o período colonial ate 07/10/1833, e tinha o valor de 1/8 de grama de ouro 22 K. Veio a Lei Nº 59 de 08/10/1833 e mudou a moeda para Mil Réis (Rs) mudando a equivalência onde, Rs 2$500 valia 1/8 de grama de 22K. O Decreto de Lei Nº 4.791 de 05/10/1942 institui, provisoriamente, o Cruzeiro (Cr$) como moeda oficial. Mas foi com a Lei Nº 4.511 de 01/12/1964 que foi oficializada a mudança, evidenciando os profundos traços da nova era que se disseminava no Brasil. O Cruzeiro iniciou-se como moeda em uma época bastante agitada, quando o Mundo estava no meio da II Guerra Mundial e o Brasil acabara de declarar guerra aos países do Eixo. Com a alteração da moeda, mudou-se apenas a nomenclatura pois um Mil Reis (Rs) passou a valer um Cruzeiro (Cr$). Com o passar dos anos, o Cruzeiro se desvalorizou de tal maneira, que foi necessário o Cruzeiro Novo (NCr$) que veio em 1967 mudando a face da moeda e tentando conter a desvalorização do poder de compra.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; text-indent: 62.95pt; line-height: 150%;"&gt;O Cruzeiro Novo se manteve apenas até 1970 quando voltou novamente o Cruzeiro (Cr$) como moeda oficial que foi instaurado pela pelo Decreto de lei 144/70 e oficializado pela Lei Nº 7.214 de 15/08/1984. Após quase 16 anos, o Cruzeiro perde totalmente a sustentabilidade e é substituído pelo Cruzado (Cz$) em 28/02/1986 embasado pelo Decreto de Lei 2.283 de 27/02/1986. O Plano Cruzado foi a primeira medida do Pres. Jose Sarney na esfera econômica após a posse como Presidente. As principais características do plano foram o congelamento de preços e a contenção da inflação, mas foi um plano infeliz que fez com que a inflação subisse a níveis extremos o fazendo-se necessário mudar novamente a moeda. È colocado o Cruzado Novo (NCz$) pelo Plano Verão, que fica em circulação por apenas um ano e dois meses, até 16/03/1990 quando é substituído pelo Cruzeiro (Cr$), graças ao Plano Collor I e apoiado pela Medida Provisória 168 de 15/03/1990. O Cruzeiro fica em circulação ate 01/08/1993 quando e substituído pelo Cruzeiro Real (CR$) pelo então presidente Itamar Franco. Desde o Cruzeiro Novo ate o Cruzeiro Real, a cada mudança, a nova moeda passa a valor mil unidades monetárias anteriores.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; text-indent: 62.95pt; line-height: 150%;"&gt;A partir de 01/07/1994 foi implantado pelo Pres. Fernando Henrique Cardoso, o Plano Real, que lançava uma nova moeda de circulação nacional, o Real (R$). O principal objetivo do plano foi conter a hiperinflação no Brasil, que era um problema crônico. O Plano foi embasado pela Lei Nº 8880/94 e 9069/95 e foi idealizado pelo Economista Edmar Bacha. Este plano foi considerado o grande salvador da economia brasileira a época pois, foi graças a ele que a economia brasileira passou a ter novos horizontes para almejar. Em equivalência monetária, o Real entrou em vigor com o valor de dois mil setecentos e cinqüenta cruzeiros reais (R$ 1 = CR$ 2.750). O Real &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; text-indent: 62.95pt; line-height: 150%;"&gt;Sabendo que existem tantas moedas na historia do Brasil, fica ate mais interessante aprender sobre a essa moeda. Fazendo uma analise, o Cruzeiro, com todas as suas idas e vindas e modificações, ficou em uso 48 anos enquanto o Real, somente na primeira vez que foi usado, ficou 303 anos em vigência, tendo retornado em 1994. Isso mostra que, velhas tendências não devem ser deixadas de lado, pois podem retornar acrescidos alguns aperfeiçoamentos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-753390362718085255?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/753390362718085255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=753390362718085255&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/753390362718085255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/753390362718085255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/08/as-moedas-no-brasil.html' title='As Moedas no Brasil'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-2434621248960766534</id><published>2007-08-01T13:06:00.000-07:00</published><updated>2007-08-24T12:49:52.624-07:00</updated><title type='text'>Microcredito</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;O governo tem nos últimos anos, adotado varias políticas para redução da pobreza. Uma das formas mais comuns e, que por vezes passa desapercebida, é o apoio ao micro e pequeno empreendedor. Uma das formas de apoio ao micro empreendedorismo é o microcrédito, uma forma de crédito simples e descomplicada direcionada excepcionalmente ao proprietário de um pequeno negócio.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;O Sebrae é a entidade do governo responsável pelo auxilio ao pequeno negociante. Após pesquisas, pode-se identificar que os grandes gargalos para o pequeno negócio estão na falta de competência gerencial e na ausência de apoio financeiro com as características próprias do pequeno empreendedor. Para o “defeito” da incompetência gerencial, o Sebrae promove cursos e seminários para a capacitação do empreendedor. E, para a falta de apoio financeiro, o Sebrae lançou as linhas de microcrédito.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;As linhas de microcrédito lançadas pelo Sebrae, têm como objetivo principal, fortalecer o empreendimento, dando-lhe a sustentação necessária para que continue no mercado. O termo microcrédito não quer dizer unicamente que é um crédito de valor baixo mas sim, que é uma forma de captação de recursos financeiros direcionada ao pequeno e micro empreendedor. Estas linhas de crédito, por ser uma forma de crédito direcionada ao pequeno empreendedor, têm algumas particularidades que devem ser destacadas: 1. O prazo é curto, geralmente entre &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:metricconverter productid="4 a"&gt;4 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 10 meses; 2. Os valores têm oscilações entre R$ 200,00 e R$ 15.000,00; 3. O empréstimo é ágil e sem maiores burocracias.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;Outra característica do microcrédito é a facilidade para o ingresso, basta estar trabalhando há mais de seis meses por conta própria, ser maior de 18 anos e não ter registro em nenhum órgão de proteção ao crédito (SPC, Serasa, etc).&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;Alem disso, é necessário ter algumas garantias para a aprovação do crédito. O Sebrae define duas formas de garantias: Individual e Grupo Solidário. No empréstimo com aval individual, é necessário que o empreendedor apresente um avalista com, no mínimo, 60% do valor do empréstimo, ou 200% do valor da parcela. No Grupo Solidário, dois ou mais empreendedores, até cinco, formam um grupo, e o empréstimo é feito ao grupo, ou seja, se torna um aval solidário, cada componente do grupo se torna avalista do outro.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;O empréstimo é feito no nome da pessoa física, ou seja, não é necessário estar com a empresa registrada para ter acesso a esta modalidade de crédito.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;Com o microcrédito, o empreendedor tem a certeza de que seu negócio tem dinheiro para ir avante. É o governo buscando novas formas de gerar emprego e renda, diminuindo as desigualdades sociais.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-2434621248960766534?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/2434621248960766534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=2434621248960766534&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/2434621248960766534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/2434621248960766534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/08/microcredito.html' title='Microcredito'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1991315188398188661.post-5089019419142759158</id><published>2007-08-01T13:05:00.000-07:00</published><updated>2007-08-01T13:06:26.460-07:00</updated><title type='text'>O que esta acontecendo com a atual politica cambial brasileira?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Muito tem se ouvido falar sobre a queda do dólar frente ao real. Nas conversas de botequins pode-se ver claramente a satisfação do cidadão frente a este novo cenário. A mídia bombardeia as pessoas com noticias sem dar aos fatos o devido tratamento para uma maior compreensão do que esta acontecendo no Brasil e no Mundo. Mas, porque o Dólar tem despencado e por que estamos comemorando este fato?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;A queda do dólar pode ser considerada um ato planejado pelos EUA para conter o “boom” do mercado imobiliário e como resultado do déficit comercial americano. Com um dólar desvalorizado,não só frente ao real a todas as moedas do mundo, os investidores procuram novos mercados para investir e, existe no Brasil, uma serie de fatores positivos para injetar cada vez mais dinheiro. A valorização do real esta atrelada à diminuição do risco oferecido pelo país no mercado mundial, aos altos índices de solidez e de confiabilidade e uma balança comercial favorável concretizada pelo Banco Central. O mercado interno tem se mostrado favorável a esta valorização da moeda e já tem se acostumado à moeda forte. Ao ser indagado sobre os efeitos da moeda americana desvalorizada, o Presidente do Banco Central, Henrique Meireles, disse instintivamente que “o BC tem metas com a inflação e não com o câmbio”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;Para o consumidor, o dólar em baixa tem um efeito positivo pois, a curto prazo, os preços tornam-se mais baixos. É importante ressaltar que, a longo prazo, os produtores nacionais têm seus rendimentos corroídos pois, com um produto importado mais barato, a preferência do consumidor será para estes produtos em detrimento ao produto nacional, o que força o preço do produto brasileiro para baixo. Para a indústria, este é um momento decisivo pois, com o dólar baixo é possível automatizar toda a linha de produção desembolsando menos. Com automação é possível se atingir um grau maior de produção e de qualidade dos produtos aquecendo o mercado interno e externo. Para o produtor rural, o dólar em baixa também é favorável, até certo ponto, pois faz com que a divida do produtor rural, que é paga em dólar, seja corroída, fazendo com que o produtor pague menos. O ponto negativo para o produtor é que, estando baixo o dólar, os produtos agrícolas, que na sua maioria são cotados em dólar, sejam depreciados de forma substancial. Para a indústria, o dólar estando em baixa torna os produtos brasileiros menos competitivos no mercado internacional forçando o comércio interno dos produtos brasileiros. Como os produtos importados estão mais baratos, a indústria brasileira se vê obrigada a diminuir o preço reduzindo assim, o lucro e o ânimo da industria em produzir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 72pt; line-height: 150%;"&gt;O consumidor tem sim, motivos para comemorar. O produtor rural, que gera emprego às pessoas menos especializadas, ainda não decidiu se comemora ou chora. A indústria, que perde competitividade no mercado internacional, com certeza, chora. Este circulo virtuoso que no qual esta inserido o Brasil, é vital para a consolidação do país no mercado mundial como uma nação forte mas, é preciso tomar muito cuidado para que o pais não entre num círculo vicioso ou em uma grande bola de neve.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1991315188398188661-5089019419142759158?l=provocacoeseconomicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/feeds/5089019419142759158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1991315188398188661&amp;postID=5089019419142759158&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/5089019419142759158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1991315188398188661/posts/default/5089019419142759158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://provocacoeseconomicas.blogspot.com/2007/08/o-que-esta-acontecendo-com-atual.html' title='O que esta acontecendo com a atual politica cambial brasileira?'/><author><name>Edilson Aguiais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05114083420748643445</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_lWiYdwexdFY/S1h8Ds5g3pI/AAAAAAAAACs/ZhUVTGndj-g/S220/aguiais.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
